Druhulna
Druhulna é uma Druidesa Guardiã nascida em Alta Montanha. Ela cresceu na tribo Crina Corrente aprendendo sobre as histórias lendárias de seus ancestrais e de um mundo repleto de aventuras. Ela sempre foi uma taurena tranquila, de coração pacífico.
Sempre amou a beleza da vista do cume da Alta Montanha, onde podia contemplar a gloriosa arquitetura de Suramar e a exuberância de Val’sharah, de onde se erguia a enorme Shaladrassil. Ela sempre se interessou em conhecer o lendário Bosque Onírico e os vilarejos dos druidas na região. Seus pais sempre lhe aconselharam desenvolver bem seus estudos antes de começar a desbravar o continente.
No tempo oportuno, Druhulna deixou a Alta Montanha e partiu em direção a Val’sharah. Quando ela começou a adentrar a densa floresta, ficou ainda mais maravilhada pela vastidão de flores, arbustos, pássaros e pequenos animais que viviam ali. Cada centímetro que ela andava, mais ela se sentia compelida a seguir em direção ao Templo de Eluna.
Ao se aproximar, ela encontrou um grupo de Druidas que estavam nas cercanias. Quando eles avistaram-na, imediatamente fizeram questão de se apresentar e questionar à jovem taurena o que ela fazia ali. Neste momento Druhulna inicia sua caminhada no druidismo. Ali mesmo ela pediu para que fosse treinada e educada por eles.
Algum tempo se passou e seu treinamento já estava praticamente completo. Ela havia se tornado uma guardiã muito resistente. Druhulna, que aprendia muito rápido e era uma aluna muito esforçada viu no horizonte o rastro verde de um meteoro. Era a chegada da Legião à Costa Partida.
Pouco tempo depois outra imagem imponente e não menos intimidadora modifica a paisagem das Ilhas Partidas. Dalaran é teletransportada para próximo da Costa Partida. Nesse momento, Druhulna é enviada para Dalaran para investigar do que se tratava.
Assim começa a caminhada de Druhulna e ela logo encara desafios enormes no embate à legião e acaba explorando outra especialização de seu treinamento. Restauração. Druhulna é premiada com a Vigilância da Noite, a aparência do desafio da Torre dos Magos do Artefato G’hanir, a Árvore Mãe.
Com a queda da Legião, Druhulna vai para Zuldazar, onde recebe a missão de coletar ervas para abastecer a frente de Batalha da Horda. A pergunta é quando Druhulna despontará como uma Druidesa Guardiã de destaque. Só o tempo dirá.
E Druhulna finalmente se torna aquilo que nascera para ser. Ela inicia a campanha em Nazjatar e começa a usar seus talentos como druidesa guardiã para desbravar as masmorras de Zuldazar e Kul Tiras. Com isso, ela ajuda a Horda a fortalecer suas fileiras, com heróis que estão retornando à jornada e com heróis estão surgindo.
Após as guerras que varreram Zandalar e Kul Tiras, Druhulna sentiu o peso de cada batalha gravado em sua forma. Não em cicatrizes visíveis, mas no cansaço silencioso de quem sustenta outros enquanto o mundo ruge.
Quando o tecido da realidade começou a se romper e forças além do véu passaram a interferir no destino de Azeroth, ela não partiu em busca de glória. Escolheu permanecer entre os círculos druídicos, longe dos cânticos de guerra, aprofundando sua conexão com o Sonho Esmeralda e com os espíritos antigos da terra.
Em eras mais recentes, quando os próprios dragões voltaram a se erguer como guardiões do mundo, Druhulna caminhou entre eles como observadora e aprendiz. Aprendeu que até os mais antigos precisam, por vezes, reaprender seu lugar no ciclo da vida. Ela ajudou a restaurar, a proteger e a silenciar feridas que não pediam espadas, mas raízes.
Agora, enquanto sombras mais sutis começam a se mover sob o mundo desperto, Druhulna permanece na retaguarda. Não por medo, mas por sabedoria. Seu coração ainda não a chamou de volta ao campo de batalha.
Quando o fizer, não será para buscar glória.
Será para sustentar o mundo mais uma vez.