Crônicas

Cicatrizes da Corrupção

Olá Azeroth!

Com a queda de G’huun em Uldir, Talanji e os heróis da Horda trazem para Dazar’alor a lâmina  de Vol’jin manchada com o sangue do deus antigo abatido. Essa demonstração de poder de Talanji a coloca numa posição diante da sociedade Zandalari de alguém que emerge com poder para livrar o Império de traidores como Zul, Jakra’zet, Yazma e Conselho Zanchuli.

A crise política que se instaurou no Império é observada com atenção pelos batedores infiltrados da Aliança. Eles veem um grande número de forças da Horda em Dazar’alor, mas veem também que a traição de Zul enfraqueceu suas fronteiras.

Zul declarou abertamente lealdade a G’huun, que conforme vimos anteriormente, era visto pelos Trolls Sangrentos como o Loa do Sangue. Zul defendia que Rastakhan era fraco demais para permanecer no poder e que o Império precisava de um líder mais forte e que tivesse uma fonte de poder inigualável – ele, no caso.

O Rei Rastakhan pagou um preço muito alto para fazer o pacto com Bwonsamdi e ter forças para silenciar a revolta, mesmo que Mythrax tenha conseguido destruir o terceiro selo e soltar G’huun. Sem as forças da Horda que entraram em Uldir e mataram G’huun, Zul teria tido sucesso independentemente da ajuda de Bwonsamdi. O Rei sai da crise enfraquecido, ao mesmo tempo em que Talanji, que trouxe a Horda para Dazar’alor e lutou ao seu lado, sai fortalecida.

Entretanto, não há motivo para comemorações. A Aliança aproveita a instabilidade para infiltrar seus batedores e orquestrar a invasão da capital do Império. Para tal, lança sobre Nazmir um falso ataque, um embuste. Cria sobre Nazmir uma névoa indissipável com o Cetro Abissal, operado por Sábios das Marés.

Tanto a Horda, como o Império Zandalari destacam grande contingente para Nazmir, temendo por uma invasão pelo Norte, pois a névoa era claro sinal de que a frota Kultirena estava próxima. Ao conterem o pequeno contingente e encontrarem o Cetro, eles realizaram que tratava-se de uma distração, mas era tarde demais.

Nesse momento Jaina Proudmore já estava diante do Porto de Dazar’alor, com a frota Kultirena e as obras de engenharia do Grão Lorde Faz Tudo Mekkatorque. Com esse aparato, eles conseguem romper a primeira linha de defesa e atracar no porto.

Inicia aí A Batalha por Dazar’alor. A raide, pela primeira vez na história de World of Warcraft, possui um modo Mercenário, no qual, independente da facção que você jogar, você fará parte do conteúdo utilizando um personagem da facção oposta.

São nove chefes (Campeões da Luz, Grong, Mestres Flamejade, Opulência, Conclave dos Escolhidos, Rei Rastakhan, Grão Faz Tudo Mekkatorque, Bloqueio da Muralha de Tempestade e a Grã-Senhora Jaina Proudmore), muitos desafios e com aquela pitada de drama.

Durante a Batalha, a Aliança consegue matar o Rei Rastakhan, porém é rechaçada logo em seguida pelas forças da Horda e Zandalari que chegam de Nazmir. Jaina consegue fugir, assim como Mekkatorque, porém saem feridos e frustrados, pois a ideia era separar os Zandalari da Horda, porém a morte inesperada do Rei Rastakhan serviu para aproximá-los ainda mais.

Durante a cerimônia de sepultamento do Rei, Sylvanas promete à Talanji toda a ajuda necessária para que a morte do Rei seja vingada e que a família Proudmore pague pelo sangue derramado do Rei. O que ela não revela no momento, é que ela já tem um plano para assassinar a família Proudmore, utilizando Derek Proudmore, revivido como morto-vivo.

Acompanhe no site as próximas novidades da história de Battle for Azeroth, porque os próximos capítulos prometem!

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