Crônicas

A Dominação do Sacrário. Terras mais Sombrias adiante.

Olá Azeroth!

Hoje vamos falar sobre a raide Sacrário da Dominação, as consequências de seu término e para onde os últimos passos de Shadowlands nos levarão.

Na entrada de Thanator, os heróis se deparam com o Tarratrom, o vigia da Torre, que é superado com o uso de poderes de ânima obtidos ao adentrar a raide.

Na sequência, enfrentamos o Olho do Carcereiro, aquele mesmo que nos perseguiu na Gorja no primeiro patch de Shadowlands. Na verdade, esse é o Olho de Odyn, que foi barganhado a muito tempo atrás.

Então enfrentamos as Nove, que são as Valkyren’s que protegem Sylvana Correventos. Com sua queda, entramos de fato dentro da Torre, em direção aos seus átrios sombrios.

Na primeira ala interna encontramos Rasgalmas Dormazain torturando a alma de Garrosh Grito Infernal. Após sua queda, a alma do antigo Chefe Guerreiro da Horda ataca seu algoz, pulverizando não somente o mesmo, mas a si próprio, restando apenas uma pilha de Cinzas do que outrora fora um dos mais amados e odiados líderes da Horda. O encontro dele com Thrall, que foi tão esperado, não ocorreu. Um personagem dessa envergadura merecia um final mais relevante. É uma despedida muito aquém do esperado para ele.

Encontramos nessa ala também os resquícios de Ner’zhul, o primeiro Lich King. Sua alma está cega e destroçada, sofrendo tortura eterna dentro da Torre. A batalha parece mais uma libertação de uma alma que está sofrendo torturas inimagináveis do que o seu oblívio. Afinal de contas, pro Ner’zhul, cessar a tortura é melhor do que existir.

Passamos agora a enfrentar o Artífice da Dor Raznal, um dos lacaios de Zovaal. Ele é um torturador de Almas, que alimenta as forjas do carcereiro com a ânima e o sofrimento das almas que estão aprisionadas em Thanator. Sua derrota representa uma ruptura na linha de abastecimento nas tropas do Carcereiro.

Na sequência encontramos um automa chamado Guardião dos Primogênitos. Trata-se de um constructo dos primogênitos que foi corrompido pelo Carcereiro. Ele não consegue distinguir os heróis das forças do Carcereiro e tenta nos destruir.

Passando por ele, encontramos o Escreve-sinas Roh-Kalo. Ele é um dos arquivistas de Korthia que foi aprisionado por Kin’tessa, a Nathrezim infiltrada, que o leva para Thanator. Imbuído com os poderes da magia da Dominação, ele se coloca no caminho dos heróis.

Por fim, novamente encontramos Kel’Thuzad, que mais uma vez tenta impedir que os heróis cheguem até o pináculo da Torre. Ele é um dos personagens que mais enfrentamos na saga desde Wacraft 3. Sua derrota abre caminho para o confronto final da Raide, contra Sylvana Correventos.

A rainha banshee está no Pináculo da Torre e atrai os heróis para Oribos, pois o Carcereiro acorrenta a cidade Eterna até Thanator. Da sala da Juíza, enfrentamos a fase final da luta mais longa da história do World of Wacraft.

A queda de Sylvanas revela na verdade, mais uma vitória do Carcereiro. Durante o combate, ele consegue extrair o Selo da Juíza e recuperar sua forma original. Em tempos remotos, Zovaal era na verdade o árbitro das Terras Sombrias. Era dele o julgamento das almas que chegavam, até que ele se insurge contra os primogênitos e deseja obter conhecimentos proibidos para poder reforjar a realidade.

Finalmente, depois de um ano e meio, começamos a ter alguma resposta sobre o plano do Carcereiro, sua identidade e suas ações. A Blizzard tenta, com todas as forças, atribuir relevância a um personagem do qual nunca ouvimos falar, usando e abusando de alterações no enredo do jogo para que suas ações estivessem por detrás das cortinas o tempo todo.

Quando Zovaal obtém o Selo e diz que todos o servirão, Sylvana se volta contra ele. Nesse momento, o Carcereiro devolve o fragmento da alma da rainha Banhsee que esteve em seu poder desde sua morte na terceira guerra. Ao receber o fragmento, Sylvana cai desacordada, enquanto ele se dirige para Zereth Mortis (Zereth – Pedra Chave, Mortis – Morte – Tradução obtida no livro Grimório das Terras Sombrias) junto com Anduin, que deixa cair seu relógio de bolso (ele o faz propositalmente).

Os heróis recolhem o corpo de Sylvana e o relógio e voltam para Korthia para conversar com o Prócer. Então ele começa a trabalhar num novo Signo que seja capaz de abrir o caminho para Zereth Mortis para impedir Zovaal de atingir seus objetivos.

Ao examinar o relógio, os heróis conseguem recuperar memórias de Anduin gravadas lá dentro que revelam detalhes de suas conversas com Sylvanas e alguns planos de Zovaal.

O próximo patch trará a abertura do portal para Zereth Mortis, a incursão a essa terra secreta e sagrada, de onde os Primogênitos projetaram e ordenaram as Terras Sombrias. Lá, enfrentaremos as últimas consequências dos planos de Zovaal. Sylvanas permanece desacordada e sua participação será fundamental para essa jornada, mas isso eu deixo para logo mais.

Até lá!

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